terça-feira, 5 de agosto de 2008

Alquimia




ser-te lareira
nas rimas primeiras
das melodias claras

ser-te inteira
nas tochas derradeiras
das poesias raras

sem eira, nem beira...
entre hábito e essência
ser-te arte

sem vedo, nem medo...
entre hálito e eloquência
ser-te parte

(Cris de Souza)

2 comentários:

Marisa Vieira disse...

Cris,
vc é uma verdadeira poesia viva!
E essa poema uma rica obra de arte!
Parabéns, graças a Deus por sua vida!

beijos

Marisa Vieira

Nos horizontes do mundo disse...

Arrepio-me ao te ler.Sempre.