segunda-feira, 28 de julho de 2008

Conto




Diante tanto idílio e tumulto, auxílio e vulto
Misturo o que reviro, transpiro o que respiro
Relatos tão confusos, de fatos tão profusos
Que nalgum tempo, já dissipei as pontas...
Que nalgum intento, me compensei às tontas...
Perante o que é vivo no meu faz-de-conta


(Cris de Souza)

Um comentário:

cesar disse...

Se a realidade fosse o seu faz-de-conta,viveríamos no Paraíso...