quinta-feira, 12 de junho de 2008

Delirium Tremens


A madrugada
filtra
os primeiros
raios
Que raiam
a beira da
loucura
Da solidão
no fundo
do copo
de conhaque
Zombando
da manhã
que anseia
De gole
em gole
a insensatez
Entontece
o brinde
que ateia

(Cris de Souza & Dionísio OnO)

2 comentários:

cesar disse...

Sem comentários.Aliás,um:Escreves cada vez melhor e sempre com emoção impressa nas palavras que domina com precisão implacável de feiticeira.

Awmergin, o Bardo disse...

A palavra "Delirium" é a mim muito familiar, querida. Bem o sabes...
Excelente poema!