sábado, 7 de junho de 2008

Tremor

Me assusta
Quando tu
Não estás,
E teu aroma
Finca pelos ares
Eu te sinto,
Aqui permaneces.

Me assusta
Quando estou
A te convocar,
E anseio tua voz
Sobre luares
Eu te vislumbro,
Aqui enterneces.

Me assusta
Quando te sonho
A me violar,
E me resta supor
Que depares
Eu te pretendo,
Aqui resplandeces.

Sumariamente
Assusta meu ser,
Quando
Enlouqueço
Por te reter,
E tu me estremeces.

(Cris Poesia)

Um comentário:

ERIKO disse...

Lindo! A berleza extrema dos poemas é um despertar contínuo para o arrebatamento da poesia....