domingo, 13 de julho de 2008

Poema


A ti, que olhos perfuro
Que fisga minhas eras
A ti, que no verbo perduro
Que instiga minhas feras
Deflagra nas claves sentidas
Arranha, alisa entre idas e vindas
Ah, composto de prazer e paúra...
Flagro teu ser com minha assinatura

(Cris de Souza)