quarta-feira, 8 de abril de 2009

Sem cautela


Pelas tabelas
Diante ao perigo
Veia contrária
À razão

Vã paralela
Instinto por guerra
Formiga o destino
Na palma da mão

Faço as pazes comigo
Pra sepultar o vivo
Na cova do coração

(Cris de Souza)

8 comentários:

D. Versus disse...

Apaixonante..!

Tatá R. da S. disse...

Tudo que atravessa a razão é sem cautela... o amor é um trem sem freios...
Lindíssimo mamis, forte, obscuro, porém cheio de vitalidade.

DJ Anael disse...

Uma situação de antítese! Que raro descrito!

Machado de Carlos disse...

Vejo em cada olhar um momento eterno como se fora um retrato marcante!

José Pedro da Silva disse...

Acautele-se,
diante dos versos
ou se apaixone,
pela versante!

Lilian disse...

Lindo !
Sabes que está entre as minhas poetisas preferidas.
Tuas poesias são apaixonantes,quanto mais leio mas me encanto.
Beijo.

Paulo Vitor Cruz disse...

li e tive vontade de pular pela janela...

não apenas por meu quadro meio depressivo de hoje não...é q me lembrei de coisas q andei pensando/fazendo nos ultimos tempos...a primeira estrofe contribuiu muito pra essa lembrança...

dai tive vontade de fazer as pazes comigo tbm...igualzinho no texto...

*vou ali tentar...

abs.

Cuca disse...

Bandidíssima!!!